FAZER 2010: OFICIAL

Publicado por Eric 03 de agosto de 2009 às 22:17

Uma motocicleta ideal para o transporte pessoal, no trabalho ou lazer nos centros urbanos ou nas estradas

A Yamaha YS 250 Fazer inaugurou a família de motocicletas "verdes" de 250 cc no Brasil. Pioneira, a Yamaha apresentou a Fazer 250, em 2005, com Sistema Yamaha de Injeção Eletrônica e, agora, para a versão 2010 adotou uma sonda Lambda (sensor de oxigênio) e novo catalisador. O conjunto dessas tecnologias permite aos veículos fabricados pela Yamaha uma emissão reduzida de poluentes e um consumo menor de combustível.

Mesmo antes das exigências legais a Yamaha já comercializava a Fazer 250 com emissões inferiores aos limites solicitados pelo Programa de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot), que tem por objetivo a diminuição na emissão dos gases poluentes no meio ambiente, comercializando a versão YBR 250 para exportação em países onde já vigorava a Euro 3 - equivalente ao Promot III.

Desenvolvida para atender as necessidades em seu segmento a Fazer 250 apresenta características, tais como; elasticidade do motor destacada a baixas e médios regimes de rotações - não dá trancos mesmo abaixo da faixa útil, retomada de aceleração, conforto, estabilidade, ciclística e economia.

Seu motor é um monocilíndrico quatro tempos de 249 cc e comando de válvula no cabeçote que desenvolve 21 cv de potência a 8.000 rpm e 2,10 kgf.m a 6.500 rpm. O pistão da Yamaha Fazer 250 é forjado e o cilindro conta com revestimento de cerâmica dispersiva de calor, mesma tecnologia empregada nos maiores modelos da Marca: YZF-R1, XT660R, FZ6, YZ, WR e etc.

O conjunto mecânico ainda tem características que colaboram para o conforto, robustez e qualidade dos componentes, como; "Balance Engine" sistema de contrapesos no eixo do virabrequim, engrenagens das 5 marchas reforçadas e caixa de filtro de ar com grande capacidade (3,5 litros), para um melhor funcionamento do motor em baixas e médias velocidades.

O funcionamento do propulsor é assegurado por um eficiente sistema eletrônico de controle que comanda um conjunto de diferentes leituras. O cérebro, a Unidade de Controle Eletrônico (ECU), monitora e analisa as informações de cada sensor e transmite os comandos aos vários sistemas para que funcionem de forma ideal para atender às mais diferentes condições de pilotagem.

O chassi do tipo berço duplo aliado à suspensão dianteira com barras de 37 mm de diâmetro e a traseira do tipo monoamortecida, ambas com 120 mm de curso, contribuem para uma ciclística inigualável. A segurança da Yamaha Fazer 250 fica por conta do freio a disco dianteiro de alto poder de frenagem com 282 mm de diâmetro e pinça com dois êmbolos em conjunto com o tambor traseiro.

Esteticamente, vários itens contribuem para a sua aparência. Um deles é o desenho do tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros (4,5 litros de reserva) com tratamento em zinco. As rodas de liga leve com três raios duplos (dianteiro MT 2.15 x17 e traseiro MT 3.00 x17), o pára-lama traseiro é agregado ao cobre corrente e o novo desenho do escapamento que recebeu protetores antiqueimadura em plástico de alta resistência, abriga o catalisador.

Vista de frente a Fazer 250 mostra o painel inclinado para o piloto, farol com multirefletor e lente em policarbonato com lâmpada halógena (35/35W) e piscas em a forma de gota com nova lente cristal e lâmpada âmbar, enquanto que na traseira é integrada em um bloco óptico com a lanterna, luz de freio e piscas - também cristal, de ótima visualização.

O assento da Fazer 250 comporta duas pessoas com muito mais conforto, o link da suspensão traseira agora recebeu um rolamento - antes embuchado, e o painel de instrumentos com novo fundo, que melhorou a visualização, leva dois mostradores análogos - velocímetro e conta-giros com luzes espias, e um Cristal liquido multifuncional com hodômetro total e dois parciais (trip1 e trip2), mais hodômetro do combustível (f-trip), marcador do nível de combustível digital, relógio.

A Fazer 250 é a motocicleta ideal para o transporte pessoal, no trabalho ou lazer, para os motociclistas em deslocamento na cidade, área urbana e ou para os que preferem passear ou viajar nos finais de semana.

A nova Yamaha Fazer 250 está disponível em toda Rede de Concessionárias Autorizadas Yamaha - 515 concessionários, nas cores vermelha, preta ou na nova cor prata e, ao preço público sugerido, posto Manaus, de R$ 10.950,00 ou em até 72 parcelas sem juros por meio do Consórcio Nacional Yamaha.

As motocicletas Yamaha têm um ano de garantia, sem limite de quilometragem.

Fonte: Yamaha

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Lançamentos

Teste completo - Ninja 250R nacional!

Publicado por Eric 28 de julho de 2009 às 20:14

Assim que Kawasaki Japão anunciou sua entrada oficial no mercado brasileiro, a maior expectativa sobre os novos modelos que viriam a ser comercializados recaiu sobre a Ninja 250R. Em outros mercados a tal moto, inclusive usando outras denominações - nos EUA é a GPZ 250, existente desde 1986.

Num mercado como o nosso, onde a categoria 250 é um tremendo sucesso, era de se esperar que a Kawasaki introduzisse sua pequena, mas valente 250. Com motor 4 tempos bicilíndrico refrigerado a água dotado de 33cv, ela passará a ser montada em Manaus, AM, o que esperamos faça o preço final ficar mais atrativo, afinal, os R$19 mil são realmente exorbitantes frente ao preço das concorrentes nacionais. Todavia, tendo em vista seus atrativos estéticos e técnicos, custar mais, mas não tanto, se justificaria.

E enquanto aguardamos, confiantes, que a Kawasaki Brasil se estruture para oferecer à toda imprensa especializada brasileiras unidades para testes, aceitamos a gentil oferta da concessionária paulistana Casarini, para avaliar a novidade. A Ninja 250 emprestada, de propriedade de José Casarini, titular da revenda, estava com apenas 100km rodados, em pleno amaciamento. José alterou levemente o grafismo para que ela ficasse idêntica ao modelo 2009 comercializado nos EUA, dotado de faixas brancas e pretas sob a carenagem. Também foi retirado o pára-lama traseiro e isso comportou a necessidade de uma adaptação para instalação da placa sob o banco. Também os piscas traseiros foram modificados, e substituídos por pequenos LEDS nas laterais da rabeta. Em breve essa Ninja 250 receberá um sistema de escapamento esportivo, filtro de ar especial "y otras cositas más". Como nenhuma dessas alterações técnicas havia sido efetivada, considere nosso teste plenamente conforme às Ninja 250 que você poderá comprar aqui em nosso país.

- A Ninja 250 é muito interessante esteticamente. Linda, cativante, agressiva, do jeitinho que a maioria dos jovens gostaria que fossem suas Honda Twister ou Yamaha Fazer. Com carenagem integral, toda verde e a inscrição Ninja na rabeta ela empolga e instiga para acelerar. E evidente o DNA da família Ninja, com grande bolha pára-brisa, farol embuti¬do, espelhos fixos na carenagem, rodas de liga e discos de freio tipo margarida. Tudo isso exala esportividade, e de extremo bom gosto. Os designers da fábrica não pouparam esforços para deixá-la com cara de uma legítima Ninja e o resultado é excelente.



Aposição de pilotagem não é tão sacrificante quanto numa ZX-6R ou ZX-10R, pois os semiguidões contam com pequenas bases instaladas sobre a mesa superior, fato que os deixa mais altos do que se estivessem instalados diretamente nas bengalas. As pedaleiras também não são tão recuadas e, curiosamente, contam com borrachas para ajudar no conforto. 0 único ponto que não agrada é o painel, exagerada-mente grande, e cujo design mereceria mais capricho. Os três mostradores analógicos indicam RPM, velocidade e quantidade de gasolina. Falta grave é a ausência do termômetro do líquido refrigerante.

Dotada de injeção eletrônica de combustível (a versão norte americana é carburada), ela não dá trabalho na hora de dar a partida mesmo nos dias mais frios. O ruído do motor é interes¬sante, lembra o da antiga Ninja 500.
A batida é a característica de motores bicilíndricos em que os pistões sobem e descem juntos. Uma espécie de "tum-tum-tum", bastante abafado pela robusta ponteira de escapamento do sistema 2 em 1.
O assento é bem baixo, somente 780 mm distante do solo. Uma pessoa de 1,60 m consegue colocar os dois pés no chão com facilidade. A fábrica declara 152 kg a seco e 169 kg pronta para acelerar, mas comprovamos que, apesar de a balança mostrar ser a Ninjinha a moto mais pesada da categoria 250 no Brasil, isso não transparece quando a colocamos em movimento.

Como herança das irmãs maiores, constatamos que na cidade ela sofre um pouco. Para que o motor responda de maneira eficien¬te é necessário manter a rotação sem¬pre acima dos 7 mil giros e pilotá-la "esgoelando"o motorzinho. 0 torque em baixas rotações é mínimo e a faixa vermelha do conta-giros começa nos 13 mil RPM, mas chegar às 12 mil já é um desafio. Ela nos faz lembrar do comportamento da Yamaha R6, outra moto "tudo no alto". Em passeios tranqüilos ou no uso diário a Ninja 250 deixará a desejar, pois o que ela gosta é de ser tocada esportiva-mente. 0 câmbio bem sincronizado e de acionamento suave é um ponto a favor, especialmente lembrando que é sempre preciso deixar o motor girando "lá em cima". Nas ultrapassagens e retomadas é necessário habituar-se a reduzir uma, duas ou até três marchas. Defeito? Não, característica.

Definidamente esportiva, é nas curvas que a Ninja 250 mostra o melhor de si. 0 chassi é brilhante, oferecendo em conjunto com as suspensões um comportamento exemplar. A longa balança traseira é ligada a um mono amortecedor Kayaba, com links e regulagem de compressão da mola. Na frente as bengalas Showa de 37 mm0 superam as expectativas quanto à absorção de impactos e estabilida¬de. A escolha dos excelentes pneus Metzeler de perfil baixo garantiu à Ninjinha excelente aderência em curvas. Comparada às concorrentes Twister, Fazer e inclusive à nova CB 300R, a Ninja 250 está num nível superior quando o assunto é fazer curvas.

Por conta da distribuição de pesos entre roda dianteira e traseira – o motor está posicionado bem próximo à frente – a pequena Kawasaki é extremamente ágil nas trocas rápidas de direção. Os freios são outro ponto alto: o disco de 290 mm de diâmetro na frente é superdimensionado, deixando 0 traseiro quase sem função.



Uma curta viagem revelou muito sobre o potencial dinâmico dessa pequena Kawasaki. A velocidade máxima real foi de 140 km/h, enquanto o velocímetro mostrava 145 km/h e o conta-giros indicava 12 mil RPM, em sexta marcha. 0 consumo na velocidade constante de 120 km/ h, em sexta marcha, foi de 27 km/I, caindo para 22 km/I em uso urbano. Ou seja, apesar de pequena, é na estrada que ela gosta de estar.

A Ninja 250R é uma moto maravilhosa se com¬parada com as concorrentes de mesma cilindrada. Quem sempre quis uma superesportiva agora tem uma boa opção. A potência de 33 cv a 11.000 RPM é adequada, mas o torque situado acima dos 8 mil RPM obriga ao uso constante do câmbio em praticamente todas as situações, ou seja: pilote-a esportivamente e serás feliz. Do contrário... prefira as utilitárias!

Ao escolher este modelo como produto de entrada no mundo Kawasaki a marca, finalmente estreando em 1ª pessoa em nosso mercado, acertou. E um moto excelente, bem acabada e com um design espetacular, digna da tradição das Ninja. O preço elevado é um empecilho que, esperamos, seja atenuado pela nacionalização. Que ela deve custar mais que suas concorrentes por aqui nós sabemos, pois é especial. Mas não tanto assim!

Fonte:Revista Duas Rodas

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Viagens

Kasinski Comet GTR 2010 e Mirage 2010

Publicado por Eric 25 de julho de 2009 às 15:03

Marca já tem as novas Comet GTR 250 e Mirage 250, modelos 2010, injetadas, nas concessionárias


SÃO PAULO – A Kasinski colocou esta semana, em algumas de suas revendas, dois novos modelos de cilindrada intermediária (250 cc), equipados com injeção eletrônica e design atualizado. São a custom Mirage 250 (que custa sugeridos R$ 16.490) e a esportiva Comet 250 GTR (R$ 17.270).

As duas motos puxam uma fila de lançamentos da marca, que entre outros novos modelos deverá contar com a nova Comet 650, também cheia de novidades no motor e no design e já inteiramente produzida no Pólo Industrial de Manaus (AM).

Segundo fontes de dentro da fábrica, os dois modelos de 250 cm³, “pós-crise”, chegam para acelerar a retomada da Kasinski no segmento das motocicletas de um quarto de litro.

O fabricante destaca que a Mirage e a Comet já são completamente produzidas no Brasil. As motos reafirmam a presença da Kasinski na faixa intermediária de cilindradas. Esse segmento de máquinas é destinado aos motoqueiros e motociclistas que evoluem de suas primeiras motos, motonetas e scooters, as chamadas "populares", para as máquinas maiores, que têm capacidade de encarar uma estrada.

Graças à injeção eletrônica, os dois novos modelos desenvolvem mais potência. As motos també
Foto: João Tadeu Boccoli
m mudaram completamente seu comportamento, especialmente nas baixas rotações, como os motonliners e os demais internautas poderão conferir brevemente nas avaliações exclusivas feitas pelo MOTONLINE.

Outro ponto positivo da renovada linha da Kasinski é sua adequação a todas as normas e exigências de configuração dos propulsores, em respeito à natureza e à diminuição de poluentes nocivos à atmosfera. As normas são estabelecidas no programa nacional que minimiza a emissão de poluentes, o PROMOT, e todos os programas europeus, norte-americanos e asiáticos em vigência.

Para quem vivenciou a chegada da marca no Brasil, em 2004, quando as motos de então não tinham sequer cabos de afogador instalados, essa evolução é magistral.

FUMAÇA NO AR

Segundo um diretor da fábrica, o boato de que a marca estaria sendo vendida ou estaria atravessando "uma fase de transição ou parceira com outros fabricantes" não é verídica. “Se souber de algo, por favor, me informe”, disse a fonte, sorrindo. Mas, como onde tem fumaça – nesse caso, muita fumaça -- tem fogo, vamos aguardar.

Em alguns jornais já está circulando a notícia, ainda não oficial, de que o grupo Zongshen, um dos maiores fabricantes de motos, scooters, motonetas, quadriciclos e motores estacionários da China, que acaba de chegar ao Brasil, deve anunciar em breve a compra da Kasinski.

Mantendo o sigilo absolutamente profissional, o mesmo diretor adiantou que “em breve” a Kasinski deverá se pronunciar oficialmente sobre sua nova linha de motocicletas e sobre a veracidade da comentada parceria, venda integral, mudança ou reposicionamento estrutural da marca no mercado.

Por sua vez, os concessionários, que vivem da realidade diária do balcão, estão satisfeitos com a renovação da linha. “O mercado já estava esperando por esses lançamentos”, afirmou Luis Sartori, 46, dono da concessionária MOTONAC (www.motonac.com.br), de São Paulo (SP).

“É uma evolução muito legal”, disse, observando as motos novas, já expostas em sua loja. Segundo ele, esses dois lançamentos, que acontecem três meses antes do Salão das Duas Rodas, programado para outubro, em São Paulo (SP), reanima o mercado após a crise; e favorece as condições para atrair os consumidores para as lojas.

“As taxas de juros para a aquisição de motos zero baixaram. O único problema que ainda temos é a obrigatoriedade da entrada para abrir um financiamento, que está ao redor de 30% do preço da motocicleta escolhida. A luta continua, mas já demos um passo adiante”, afirmou o empresário. "Espero que os demais boatos se confirmem."


- M. Barthô

Fonte: Motonline

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Lançamentos

O Doutor continua na frente em Donington Park

Publicado por Eric 25 de julho de 2009 às 14:32

Valentino Rossi assinou a quarta pole da temporada de 2009 na tarde de sábado ao garantir o melhor tempo da qualificação de MotoGP em Donington Park. O piloto da Fiat Yamaha parou o cronómetro em 1m28,116s, o bastante para conquistar a sua primeira pole em terras de Sua Majestade de 2005 – precisamente a última vez que também ganhou no traçado.

Rossi tem agora o dobro de poles que conquistou em toda a temporada de 2008 e, após a pole da semana passada em Sachsenring, lidera a tabela de tempos da qualificação na segunda corrida consecutiva, o que também acontece pela primeira vez para o italiano desde o início de 2007. A sua volta rápida surgiu no final da emocionante sessão, batendo Dani Pedrosa, o mais rápido dos Livres, por menos de um décimo de segundo.

O companheiro de equipa e rival ao título Jorge Lorenzo também ficou próximo do italiano ao terminar em terceiro e dando continuidade ao recorde de 100% de largadas da primeira linha da grelha na presente campanha. Ele relegou Casey Stoner, da Ducati Marlboro, para quarto por apenas 0,044s. O australiano sofreu uma segunda queda durante esta tarde, desta feita em Macleans.

Andrea Dovizioso e Colin Edwards juntam-se a Stoner na segunda linha da grelha. O companheiro de equipa de Edwards e único britânico na categoria rainha, James Toseland, igualou a sua melhor qualificação do ano ao garantir o nono posto.

Além da queda de Stoner, registou-se ainda um incidente com Gabor Talmacsi, que também caiu da sua Scot Racing.

Tempos

1. Valentino Rossi ITA Fiat Yamaha Team 1min 28.116 sec
2. Dani Pedrosa SPA Repsol Honda Team 1min 28.211 sec
3. Jorge Lorenzo SPA Fiat Yamaha Team 1min 28.402 sec
4. Casey Stoner AUS Ducati Marlboro Team 1min 28.446 sec
5. Andrea Dovizioso ITA Repsol Honda Team 1min 28.778 sec
6. Colin Edwards USA Monster Yamaha Tech 3 1min 28.865 sec
7. Marco Melandri ITA Hayate Racing Team 1min 29.065 sec
8. Toni Elias SPA San Carlo Honda Gresini 1min 29.175 sec
9. James Toseland GBR Monster Yamaha Tech 3 1min 29.270 sec
10. Randy de Puniet FRA LCR Honda MotoGP 1min 29.434 sec
11. Mika Kallio FIN Pramac Racing 1min 29.599 sec
12. Alex de Angelis RSM San Carlo Honda Gresini 1min 29.600 sec
13. Chris Vermeulen AUS Rizla Suzuki MotoGP 1min 30.098 sec
14. Loris Capirossi ITA Rizla Suzuki MotoGP 1min 30.153 sec
15. Nicky Hayden USA Ducati Marlboro Team 1min 30.268 sec
16. Niccolo Canepa ITA Pramac Racing 1min 30.572 sec
17. Gabor Talmacsi HUN Scot Racing Team MotoGP 1min 31.193 sec

Fonte: MotoGP.com, Crash.Net

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MotoGP

Ben Spies marca a pole em Brno

Publicado por Eric 25 de julho de 2009 às 14:11

Ben Spies continua impossível na WSBK. Marcando sua nona pole no ano, o piloto americano aponta como fortíssimo candidato ao título da WSBK este ano. Ben vem destruindo uma diferença que já foi de mais de 60 pontos para Haga, que larga em 14º. Amanhã será a chance de assumir a ponta e mostrar serviço aos chefões da Yamaha, que andam de olho nele desde que Lorenzo começou a flertar com a Honda na MotoGP.

Particularmente, consido Ben Spies um piloto absolutamente sensacional, que substituiria Lorenzo em problema algum na Fiat Yamaha da MotoGP. Ele tem talento, velocidade e técnica. É uma jóia para o futuro. Olhem na foto abaixo os cotovelos tocando o chão... o cara pilota com uma "marca registrada", digna dos grandes entre os grandes.

1. Ben Spies USA Yamaha WSB YZF R1 1min 58.868s
2. Michel Fabrizio ITA Ducati Xerox 1098R 1min 58.950s
3. Max Biaggi ITA Aprilia Racing RSV-4 1min 59.055s
4. Jonathan Rea GBR HANNspree Ten Kate Honda CBR1000RR 1min 59.740s
5. Shane Byrne GBR Sterilgarda Ducati 1098R 1min 59.787s
6. Troy Corser AUS BMW Motorrad S1000RR 2mins 00.046s
7. Ruben Xaus ESP BMW Motorrad S1000RR 2mins 00.096s
8. Tom Sykes GBR Yamaha WSB YZF R1 2mins 00.240s
9. Lorenzo Lanzi ITA DFX Corse Ducati 1098R 1min 59.730s
10. Carlos Checa ESP HANNspree Ten Kate Honda CBR1000RR 1min 59.748s
11. Makoto Tamada JPN Kawasaki SRT ZX-10R 1min 59.873s
12. Jakub Smrz CZE Guandalini Racing Ducati 1098R 2mins 00.159
13. Yukio Kagayama JPN Alstare Suzuki GSX-R 1000K9 2mins 00.223s
14. Noriyuki Haga JPN Ducati Xerox 1098R 2mins 00.235s
15. Shinya Nakano JPN Aprilia Racing RSV-4 2mins 00.262s
16. Matthieu Lagrive FRA Althea Honda CBR1000RR 2mins 00.498s
17. Leon Haslam GBR Stiggy Motorsport Honda CBR1000RR 2mins 00.718s
18. Ryuichi Kiyonari JPN Ten Kate Honda CBR1000RR 2mins 00.811s
19. Broc Parkes AUS Kawasaki SRT ZX-0R 2mins 03.819s
20. John Hopkins USA Stiggy Motorsport Honda CBR1000RR 2mins 14.727s
21. Fonsi Nieto ESP DFX Corse Ducati 1098R 2mins 01.510s
22. David Salom ESP Team Pedercini Kawasaki ZX-10R 2mins 01.643s
23. Luca Scassa ITA Team Pedercini Kawasaki ZX-10R 2mins 01.816s
24. Vittorio Iannuzzo ITA SCI Honda CBR1000RR 2mins 02.346s
25. Alessandro Polita ITA Celani Suzuki GSX-R1000 2mins 02.718s
26. David Checa ESP Yamaha France GMT 94 2mins 02.785s
27. Roland Resch AUT TKR Switzerland Suzuki GSX-R 1000K9 2mins 04.041s
28. Milos Cihak CZE ProRace Suzuki GSX-R 1000K9 2mins 04.905s

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WSBK

Teste de Produto: Luva Alpinestars SP-2

Publicado por Eric 24 de julho de 2009 às 22:40

Há 4 meses atrás comprei um par de luvas de couro da Alpinestars, a SP-2. Foi minha primeira luva de couro e de "grife" que adquiri, e que não me arrependo. optei pela Alpinestars, mesmo com um preço mais elevado, baseado nos pilotos que são patrocinados pela marca: Casey Stoner, Ben Spies, Dani Pedrosa, Fernando Alonso, Jenson Button. O marketing funcionou muito bem, mas será que a luva atende as expectativas? É durável, confortável e tem boa proteção? Leia a materia completa e confira minhas impressões pessoais. De brinde, vai o bloqueto digitalizado que vem com a luva, com dicas sobre como escolher o tamanho certo para suas mãos, como usar (por cima ou por baixo da manga?) e como conservar seu investimento.

IMPRESSÕES PESSOAIS

Esta luva de couro da Alpinestars, marca reconhecida mudialmente por patrocinar grandes pilotos como Casey Stoner, Ben Spies, Dani Pedrosa, Fernando Alonso, Jenson Button, entre outros, remodelou completamente as luvas SP-2 em 2008. Percebi que as minhas eram novas ao procurar resenhas sobre o produto em sites estrangeiros, notanto que mesmo sendo o mesmo modelo, elas eram diferentes. Seu design e estrutura foram redesenhados (a diferença mais perceptível é a união da fibra de carbono sobre a parte superior) para proporcionar maior conforto, com costuras de boa qualidade e que oferecem uma boa sensação de segurança (ainda não sofri uma queda com ela para atestar, mas me sinto seguro).

Ela é construída com um couro especialmente tratado de alta qualidade e resistência, com reforços em suede na palma da mão para aprimorar o grip e aumentar a proteção, com acolchoamento de borracha. Vale ressaltar que o tato desta luva é execelente, não tirando a sensibilidade como outras luvas no mercado. A decoração (veja as fotos am altíssima resolução, para ver os detalhes realmente de perto) é feita em borracha termo plástica impressa na parte de cima da luva. Na minha opinião, é uma das luvas mais bonitas no mercado, principalmente quando vestida. Muito discreta e anatômica, ela tem uma boa aparência, principalemnte na cor preta.

Para os que não conheciam ou nunca tiveram roupas de couro, é sabido que ele tem a tendência de alargar com o tempo, então você deve comprá-las em um número um pouco menor. no começo a luva é um pouco dura, mas depois do segundo mês já estão alargadas e modeladas exatamente no formato da minha mão, vestindo perfeitamente e de maneira bastante confortável. Dá pra ficar com elas por horas a fio.

Alguns pontos devem ser ressaltados, como o fato dela não ser ipermeável e o couro sofrer um desgaste natural que precisa de cuidados (veja que a pontinha dos dedos estão um poucos desgastadas, mas nada que comprometa). Não são defeitos, mas características do couro propriamente ditas. Se molhar, tem que deixar secando à sombra (e demora 1 ou 2 dias). Para resolver o problema do desgaste, basta hidatrar o couro com um produto específico. Na hora de guardar por muito tempo, nunca embale suas luvas em um saco que retenha humidade, pois o couro cria fungos que podem comprometer a segurança da sua luva. Não esqueça de encher a luva de papel para que fique com um formato de mão humana mesmo, pois o couro deforma se armazenado por muito tempo.

GUIA DE UTILIZAÇÃO / COMPRA DE LUVAS

As luvas da Alpinestars foram projetadas especificamente para os apaixonados por motos. Se obedecer estas instruções, as suas luvas lhe proporcionarão uma melhor experiência guiando. Não se esqueça que estas luvas pertencem à Categoria I, base da Diretiva sobre o PPE (Personal Protective Equipment: Equipamento de Proteção Individual) (89/6815/CE). Isto significa que estas luvas protegem contra os riscos menores, tais como impactos secundários e vibrações que não provocam conseqüências para as partes vitais do corpo. A norma EN 13594:2002 foi empregada como modelo para redigir a Ficha Técnica de Categoria 1 destas luvas.

TAMANHOS

Escolher o tamanho que considerar que se adapta melhor à sua mão. Estas luvas têm formato ergonômico. Pôr as luvas e esticar as mão para verificar a sua aderência. As pontas dos dedos não devem encostar-se ao material. A luva deve estar justa, porém, ao mesmo tempo, permitir movimento. Para as luvas de couro, escolher um tamanho ligeiramente mais justo, porque tendem a alargar-se, e então estarão perfeitas. Por outro lado, para as luvas para inverno, escolher um tamanho ligeiramente mais largo, para não dificultara respiração cutânea. Experimentar fechar o punho ou então pegar no guidão e, também neste caso, verificar se o contato com as pontas dos dedos é mínimo ou nem há. Além disso, o material deve parecer bem esticado na palma da mão, sem enrugar muito. Regular a tira que prende a luva de maneira que a luva esteja justa, e assegurar-se que a mesma não possa sair, mesmo se tentar desenfiá-la com a outra mão. Não se esquecer que a luva para inverno deve ser ligeiramente larga. É aconselhável usar as luva impermeáveis POR BAIXO da manga do blusão, se guiar a moto com o pulso mais baixo do que o cotovelo, mas POR CIMA da manga do blusão no caso contrário.

UTILIZAÇÃO/ MANUTENÇÃO

Antes de cada corrida, assegurar-se que as luvas estejam bem presas. Se chover, é aconselhável não usar luvas de couro. Com o passar do tempo, o couro pode ressecar comprometendo a resistência da luva. Se as luvas de couro se molharem, aguardar que se enxuguem sozinhas, sem torcer nem as deixar expostas direta do sol. Evitar que as luvas de couro entrem em contato com fontes de calor direto acima de 40°C, porque provocam perda de elasticidade do material. Evitar contato com solventes (inclusive gasolina) porque podem danificar as luvas e desbotá-las. Para limpar luvas sujas, seguir as instruções apresentadas logo abaixo.

LIMPEZA — Luvas de couro

Vestir as luvas e limpá-las com um pano úmido. Para as manchas mais persistentes, usar sabão neutro ou um detergente específico para roupas de couro para moto. Não usar água quente nem qualquer outro tipo de detergente.

LIMPEZA — Luvas de tecido impermeável

Quando estiver usando luvas impermeáveis, evitar contato com objetos pontiagudos para não furar o material impermeável das luvas. Pode imergir as luvas impermeáveis em água e sabão, e lavá-las à mão. Para maior conforto, deixar que se enxuguem sozinhas. Algumas luvas de tecido têm reforços de couro na parte da palma, neste caso, para limpar estas partes, seguir as instruções para as luvas de couro apresentadas logo acima.

MANUTENÇÃO

Controlar periodicamente as suas luvas procurando:

* Partes do material excessivamente gastas;
* Partes com desgaste excessivo que podem danificar costuras.
* Estas conduções podem piorar chegando a rasgar-se. Por i É aconselhável substituir as luvas.
* Também no caso das luvas estragarem-se por causa acidentes ou por outra razão, é recomendável substituí-las.

Para qualquer dúvida sobre este assunto, contatar o revendedor da Alpinistas de confiança.

CONSERVAÇÃO

Se por muito tempo não for usar as luvas:

* Guardá-las num lugar bem ventilado, cheias de papel macio para manterem o formato.
* Assegurar-se que as luvas estejam perfeitamente enxutas antes de guardá-las.
* Não deixar as luvas num lugar úmido nem dentro recipientes herméticos fechados, para evitar que se forme bolor e se estraguem.

Notem o aviso engraçado que vem dentro do encarte:

O motociclismo é uma atividade com riscos; em si, e um esporte extremamente perigoso que pode causar danos pessoais graves, até mesmo a morte. Todo apaixonado por motociclismo deve conhecer bem este esporte, saber identificar os muitos riscos previsíveis e decidir, consciente dos perigos, se assumi-los, aceitando todos os riscos de acidente pessoais, inclusive a própria morte. Todos os motociclistas deveriam utilizar proteções apropriadas: e cada um, quando estiver conduzindo, deve prestara máxima atenção à segurança e estar consciente que nenhum produto proporciona proteção completa contra ferimentos ou danos materiais e pessoais, no caso de quedas, colisões, impactos, perda de controle ou outros eventos. Assegurar-se que o produto seja utilizado e vestido corretamente. Não utilizar dispositivos gastos, alterados ou danificados.

v 1.1- Impresso em 2008

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Teste de Produtos

Fazer 2010

Publicado por Eric 23 de julho de 2009 às 17:53

O que há de novo?

Recentemente, um usuário do site Motokando enviou uma foto da suposta Fazer 2010. Esta foto sim, muito mais condizente com a realidade da Yamaha no Brasil, apresenta uma mudança estética no escapamento. O protetor de escapamento metalizado com a ponteira preta e em formato diferente. Essa modificação diz muito por si só, visto que mudanças no escape indicam que houve mudanças na restrição que eles geram, podendo ser uma adaptação ao PROMOT III com a inclusão da sonda-lambda e até mesmo uma preparação bi-combustível.

Nova cor

Reitero que isso é apenas especulação, a Fazer da foto pode muito bem ser a que a Yamaha exporta para o resto do mundo. Recentemente, mais uma foto está pipocando na internet: uma suposta página de um revendedor mostrando o modelo 2010, que, curiosamente, é bem parecido com o da foto acima. Nela consta que existirá uma nova cor prata, mas não fala sobre valores.

Concorrência e preço

Ouvi falar de duas vertentes que divergem entre si no preço: uma diz que a moto vai custar menos de R$10.000 e outra diz que ela custará, precisamente, R$11.500 reais. Analisando a questão friamente, tendo a acreditar que se a Yamaha vender a Fazer a R$11.500 estará cometendo seppuku, pois assim que o ágio inicial da CB 300R se dissolver e a moto voltar aos patamares reais de preço, somente os fãs da Yamaha optarão pela moto. E a Fazer fica numa posição delicadíssima, que deixa de ter o "appeal" de única 250 moto com injeção eletrônica e passa a ser mais defasada tecnologicamente que sua concorrente da Honda.

A outra opinião é que a moto virá com uma política de preços agressivos. Acho essa a opção mais sensata para atrair os consumidadores, mas não sei se é economicamente viável para a montadora estabelecer esse patamar de preço tão baixo para as 250cc. Se for possível, os clientes agradecem, mas acho que se sentirão decepcionados por encontrarem apenas mudanças estéticas na moto.

Mas o que a clientela quer mesmo...

...são outros 500. Com o aumento de cilindrada da CB 300R, remodelação total e visual impactante, é de se esperar que os consumidores exijam uma reação por parte da Yamaha. Aqui mesmo no blog foram postadas fotos de como seria uma nova Fazer baseada na F-16, moto importada da Índia. Porém, creio aquilo não passou de exercício de criatividade, pois a Yamaha não vai ir tão longe neste momento inicial de mercado pós-PROMOT III.

Os consumidores adorariam que a Yamaha tomasse a frente na questão tecnolócia (e isso faz sentido), pois o grande trunfo da Fazer sempre foi a injeção. A montadora poderia investir numa moto flex, ou num freio a disco traseiro como o da Lander. Um face-lift também cairia bem.

Só nos resta aguardar para saber o que a Yamaha vai fazer e, enquanto isso, vamos tentando pegar algumas coisas sensatas nos boatos que são ventilados na internet.

E você? O que acha que poderia ser melhorado na Fazer? Deixe sua opinião nos comentários!

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Lançamentos

Rossi segura Lorenzo e sai vitorioso de Sachsenring

Publicado por Eric 19 de julho de 2009 às 19:39

Valentino Rossi nunca teve ilusões em relação às dificuldades que iria enfrentar na defesa do título de Campeão do Mundo e, mais uma vez, teve que lutar pela glória no Alice Motorrad Grande Prémio da Alemanha. O piloto da Fiat Yamaha conseguiu chegar ao lugar mais alto do pódio em Sachsenring com a mais curta das margens para o seu adversário Jorge Lorenzo, numa corrida de cortar a respiração.

Depois de partir pela primeira vez da pole na pista alemã, Rossi passou para a frente da corrida ao cabo de treze voltas. Tanto o italiano como o seu companheiro de equipa Lorenzo foram aumentando a distância para os outros pilotos, acabando por lutar até à meta, com uma última volta a fazer lembrar a batalha travada em Barcelona, há cerca de um mês. Rossi passou definitivamente para a frente a duas voltas do final, resistindo às investidas do jovem espanhol, que tentava chegar à sua quarta vitória da temporada de 2009.

Dani Pedrosa, que partiu da oitava posição da grelha, voltou a mostrar a sua perícia no piso seco, conseguindo a melhor volta da manhã no warmup. Já na corrida, Pedrosa teve outra partida de canhão em Sachsenring, conseguindo ficar entre o grupo dos mais rápidos, mas não conseguiu intrometer-se na luta do duo da Yamaha. O piloto da Repsol Honda acabou por completar o pódio, conquistando o terceiro posto, a quase três segundos dos seus adversários.

Casey Stoner, que chegou a liderar a corrida nas primeiras voltas, também esteve na luta pelos primeiros lugares, mas foi ultrapassado por Pedrosa já perto do final da corrida, acabando por deixar fugir o adversário.

Alex de Angelis e Toni Elias conseguiram um bom resultado para a equipa da San Carlo Honda Gresini, arrecadando o quinto e sexto lugares, respectivamente. Elias esteve particularmente bem, depois de ter partido do último lugar da grelha.

Os únicos a desistir da corrida foram Randy de Puniet, devido a uma queda logo na primeira volta, e Andrea Dovizioso, com problemas nos pneus.

 

 

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MotoGP

Valentino Rossi Pole em Sachsenring

Publicado por Eric 18 de julho de 2009 às 16:43

Valentino Rossi assinou a terceira pole position de 2009 ao ser o mais rápido da qualificação em Sachsenring durante uma sessão marcada pela muita chuva no Alice Motorrad Grande Prémio da Alemanha. O último esforço de Rossi, de 1m32,520s, não só foi o bastante para terminar na frente com mais de seis décimos de segundo de margem, como foi também o suficiente para garantir a primeira pole de MotoGP no traçado germânico.

Rossi relegou o companheiro de equipa na Fiat Yamaha, Jorge Lorenzo, para a segunda posição da grelha, fazendo com que seja a sexta vez esta época que ambos parte da primeira linha. Ao lado dos dois estará o outro candidato ao ceptro, Casey Stoner, a mais seis décimos da marca de Lorenzo

Lorenzo e Stoner sofreram grandes quedas no último fim-de-semana em Laguna Seca, mas desta vez nenhum deles sofreu contratempos na preparação para a corrida de Sachsenring. Mas a verdade é que a zona da curva 8 se revelou madrasta para vários pilotos nesta tarde de sábado, com Marco Melandri, Toni Elías, Randy de Puniet, Alex de Angelis, Nicky Hayden e Niccolò Canepa a sofrerem quedas, tal como Chris Vermeulen, na sexta-feira, e James Toseland, esta manhã. Canepa caiu primeiro sozinho, mas ainda voltou a ir ao tapete ao ver-se envolvido na queda de Hayden.

O norte-americano conseguiu, ainda assim, a melhor qualificação desde que entrou para a Ducati Malrboro ao assinar a quarta posição da grelha, à frente de De Angelis, da San Carlo Honda Gresini, e de De Puniet, da LCR Honda, na segunda linha da grelha.

Tempos

MotoGP

1. Valentino Rossi ITA Fiat Yamaha Team 1min 32.520 sec
2. Jorge Lorenzo SPA Fiat Yamaha Team 1min 33.160 sec
3. Casey Stoner AUS Ducati Marlboro Team 1min 33.759 sec
4. Nicky Hayden USA Ducati Marlboro Team 1min 34.404 sec
5. Alex de Angelis RSM San Carlo Honda Gresini 1min 34.490 sec
6. Randy de Puniet FRA LCR Honda MotoGP 1min 34.564 sec
7. Colin Edwards USA Monster Yamaha Tech 3 1min 34.607 sec
8. Dani Pedrosa SPA Repsol Honda Team 1min 34.725 sec
9. Loris Capirossi ITA Rizla Suzuki MotoGP 1min 34.741 sec
10. Mika Kallio FIN Pramac Racing 1min 34.771 sec
11. Andrea Dovizioso ITA Repsol Honda Team 1min 34.892 sec
12. Chris Vermeulen AUS Rizla Suzuki MotoGP 1min 34.937 sec
13. Marco Melandri ITA Hayate Racing Team 1min 34.938 sec
14. James Toseland GBR Monster Yamaha Tech 3 1min 35.005 sec
15. Niccolo Canepa ITA Pramac Racing 1min 36.012 sec
16. Gabor Talmacsi HUN Scot Racing Team MotoGP 1min 36.055 sec
17. Toni Elias SPA San Carlo Honda Gresini 1min 36.531 sec

250cc

1. Simoncelli (Gilera) 1min 32.962sec
2. Barbera (Aprilia) +0.143sec
3. Bautista (Aprilia) +1.284sec
4. Aoyama (Honda) +1.323sec
5. Abraham (Aprilia) +1.350sec
6. Pasini (Aprilia) +1.371sec
7. Debon (Aprilia) +1.670sec
8. Faubel (Honda) +1.698sec
9. Espargaro (Aprilia) +1.756sec
10. di Meglio (Aprilia) +1.842sec
22. Markham (Honda) +4.977sec

125cc

1. Simon (Aprilia) 1min 38.671sec
2. Smith (Aprilia) +1.015sec
3. Marquez (KTM) +1.339sec
4. Schrotter (Honda) +1.815sec
5. Terol (Aprilia) +1.821sec
6. Masbou (Loncin) +1.993sec
7. Nakagami (Aprilia) +2.197sec
8. Vazquez (Derbi) +2.295sec
9. Corsi (Aprilia) +2.458sec
10. Ranseder (Aprilia) +2.670sec
17. Webb (Aprilia) +3.043sec
24. Redding (Aprilia) +4.521sec

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MotoGP

Orange County Choppers em Sao Paulo

Publicado por Eric 18 de julho de 2009 às 16:28

Só quem já andou de moto pode entender o prazer de pilotar estas máquinas de duas rodas. Passar calor, frio e se molhar na chuva não são empecilhos para quem é apaixonado por motocicletas. Uma amostra disso estará presente no próximo domingo (19), no NovAmérica Inside Park, em São Paulo, SP.

Cerca de 200 motocicletas, entre originais e customizadas, marcarão presença no evento promovido pela Cyrela Brazil Realty. Estilos como choppers, bobbers, old school, café-racers e clássicas estarão ao lado da OCC Brasília. Criada em 2007 pelo OCC (Orange County Choppers), famoso pelo reality show da tv, a moto é uma homenagem à capital brasileira e aos cem anos de seu arquiteto, Oscar Niemeyer.

Além disso, a exposição de motos faz parte do lançamento do condomínio Flórida, 2ª fase residencial do NovAmérica. Outras atrações do dia serão uma oficina de customização de camisetas para crianças e uma banda temática de pop rock americano.

Participe da exposição e ganhe uma miniatura de moto

Se você é admirador de motocicletas e pensa em presenciar a exposição deste final de semana, a MOTOCICLISMO preparou um presente especial para você. Os dez primeiros leitores que imprimirem está matéria e levarem até a exposição de motos no NovAmérica ganharão uma moto-miniatura cada. Para receber o prêmio procure o balcão da MOTOCICLISMO no local, mas não se esqueça, apenas os dez pessoas iniciais com a matéria na mão ganham as miniaturas. Não perca!

Serviço
Exposição de motos no NovAmérica Inside Park
Dia: 19 de julho
Local: acesso pela Av. Dr. Mario Villas Boas Rodrigues, próximo a Ponte e ao Hotel Transamérica.
Horário: das 11h as 16h

Fonte: Terra

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