É interessante esta nova fase da Honda. Em pouco tempo, e através de alguns modelos, conseguiu acabar com a imagem conservadora que a envolvia. Detpois do restyling introduzido na Hornet 600, modelo que abanou algumas convicções, chegou o momento de atacar na versão de maior cilindrada. Esta CB 1000R está a anos luz da simplicidade assumida com a Hornet 900 (moto nunca lançada no Brasil) e respira uma modernidade e um comportamento desportivo que a X11 nunca conseguiu oferecer.
Que ela deixou saudades, isso não há dúvidas. Nota-se pelo batalhão de Ténérés que vemos nas ruas para entender que ela ainda é muito querida entre os motociclistas brasileiros. Ciclística confiável, porte imponente.
Existem boatos que esta moto pode vir ao Brasil no final do ano, mas não precisamos aguardar para saber como ela é. Confira o teste da nova Ténéré, realizada por uma revista portuguesa.
Que tal ter uma dessas na sua garagem? Esta “bella machina” italianíssima é o que se pode ter de mais exclusivo sobre duas rodas. Derivada diretamente da Desmosedidi RR GP 8, pilotada pro Loris Capirossi, ela contém somente “ingredientes” top. O que você olhar verá o que existe de melhor no mercado. Mas o melhor de tudo é o exclusivo motor V4 com mais de 200 cavalos, o mesmo que equipa os bólidos de MotoGP. Um sonho, uma máquina para pouquíssimos (pouquíssimos MESMO).
O preço? Pechincha! US$ 70.000, se você encontrar alguém disposto a vendê-la. Foram produzidas somente 1500 motos, sendo que 500 delas foram vendidas em 5 horas nos Estados Unidos!
Era de se saber que a Falcon não teria continuidade, todas as evidências apontavam para um fim iminente. Os boatos de que ela receberia motorização de um ATV eram realmente infundados, nada mais do que especulação.
A XRE 300 veio para ser uma moto de dupla função: agradar os trilheiros e os viajantes, tendência denunciada pelos bancos largos, freio a disco traseiro e preço competitivo. Na minha opinião, a moto é o cruzamento direto entre a Falcon e a Tornado, que talvez não agrade à todos, assim como não é possível agradar gregos e troianos.

A importação da FMX 650 também não foi confirmada, mas a Honda decidiu trazer para o mercado nacional a nova Transalp 700, numa tentativa de “amenizar” as viúvas da Falcon. Claro, são motos completamente diferentes (incluindo o preço, bem mais salgado), mas…
É uma vergonha para uma montadora como a Honda não ter em seu cardápio um motor 400cc moderno, dado a importância da marca. Mas enfim, nunca se sabe o dia de amanhã, então só nos restas aguardar.
Enquanto isso, confira fotos da nova moto a ser importada nos próximos meses, a Transalp 700.
A Honda se adiantou à Yamaha ao estabelecer uma tendência de aumento de cilindrada nos modelos de entrada das marcas. Com sua CG 150 “Titan”, se diferenciou da concorrência, conseguindo estabelecer um novo patamar e manteve sua liderança. Claro, foi necessário ressuscitar a CG FAN, pé-de-boi da marca para atender os consumidores de menor poder aquisitivo, mas acho que isso aconteceu mesmo para que a YBR e Factor não disparasse nas vendas.

Pois bem, tudo que a Yamaha tem de bom no quesito design tem a perder no quesito inovação. Teve a oportunidade de lançar a primeira 250 injetada, mas perdeu a chance de torná-la flex antes da concorrência. Acho que a montadora, na categoria de motos pequenas, não tem o mesmo estrategista que elabora os planos da marca com as motos maiores (600cc ou mais). É muito mais conservadora.
A Yamaha tem uma legião de fãs que aguardam mudanças na linha 2009, e o panorama começa a se abrir. Vamos especular sobre a queridinha FZ 150, moto de visual arrebatador que está matando os brasileiros de inveja por ser vendida na Colômbia/Índia e não aqui…
Clique e conheça mais sobre esta motoca que está dando o que falar.
Dando continuidade à matéria sobre as pequenas “monstrinhas” da Europa/Japão, conheça agora a representante da Yamaha na categoria mini-superbike: YZS 125.

Compartilhando a identidade visual de sua irmã maior, a R1, esta pequena 125 dá um show no quesito design (coisa que conhenhamos, a Yamaha está dando uma surra nas outras japonesas) e tecnologia.
Clique e conheça esta pequena notável.
Hoje começo uma série de postagens sobre algumas motos que talvez nunca dêem as caras no Brasil. Falo de motos pequenas, baixa cilindrada mas com enorme apelo visual (alguns apelos mecânicos também).
Viver no Brasil é uma maravilha e uma desgraça ao mesmo tempo. Por um lado, temos um clima amistoso com os motociclistas, de muitos dias ensolarados e muitas paisagens. Por outro, temos estradas péssimas e poucas opções de motos.

No Japão ou na Inglaterra, onde neva ou chove boa parte do ano, as montadoras disponibilizam diversas motos que seriam o sonho de todo brasileiro. Como por lá ninguém pode tirar a carta hoje e sair fritando uma R1 no dia seguinte, vários modelos introdutórios bem incrementados são lançados para preencher a lacuna entre as cilindradas e a sede dos consumidores, que querem o melhor. E tem dinheiro para isso.
Começo essa série de posts com uma moto que, não fosse um preço abusivo, destruiria no Brasil: CBR 125! Isso mesmo, a família CBR, famosas pela 600RR e a Fireblade, ambas campeãs no Mundial de Superbikes, em versão miniatura (inclusive as fotos).



